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Mostrando postagens de Junho, 2013

Nem mil desculpas

Meus muitos erros quebraram as leis.

Escondo o rosto com as mãos sujas...
É tanta a minha vergonha e tristeza
por não conseguir deixar o meu pecado.

Arranquei os ponteiros do relógio.
Pintei de negro seus espelhos
e apaguei as minhas pegadas do carpete de madeira.

Nem mil folhas serviriam para escrever desculpas
Talvez seja tarde pra qualquer argumento
Vou pisando em falso, quebrando ovos.

Quem sabe a chuva leve minhas transgressões embora
devolvendo aos olhos dos homens a sinceridade do meu coração
fazendo renascer uma nova chance de perdão.

Meu Rochedo (A promessa de Deus, também é lugar firme. Nos Teus braços tenho segurança.)

Senhor, todos os dias parecem noites...
Eu ouvi muitas coisas sobre as madrugadas
Onde a minha vida se esconde depois do luar de prata?

Desejei uma terra que não morasse a fome
e que o frio não me tocasse.
Tive até medo do incerto quando mostrou-se real.
A minha garganta estava sem cordas
porque o meu clamor as tinha consumido.

Clamei em alta voz até que enchesse os Céus
e com dores derramei lágrimas que se transformaram em oceanos
segurei em Teus braços, fui salvo pelo  seu amor.

Saí da tempestade, avistei a Nova Terra
lugar de benção, provisão e salvação
um presente do Eterno, que alegrou meu coração.